Estava aqui com minha guampa, tomando um tereré hiper gelado, ouvindo Maria Rita e pensando no que escrever, já que prometi voltar a escrever, o ano está quase acabando e eu estou em dívida novamente com vocês.
Foi ouvindo a música “Não Vale à Pena”, que vieram várias perguntas à cabeça (na mão que não pode ser), fiquei super intrigada e me perguntei “Porque será que as pessoas ficam seriamente “pirracentas” quando são deixadas?”, “Porque será que é tão difícil aceitar isso, deixar pra lá e ir viver?” e o pior “Por que será que isso é tão prazeroso?”.
Sei que são perguntas de respostas difíceis, não pretendo responde-las, só quero fazer uma reflexão sobre esse assunto, e puxar um gancho para abordar outras ideias sobre relacionamentos, talvez algumas já escritas anteriormente no blog.
Em alguns relacionamentos afetivos, quando uma das partes encerra o relacionamento e a outra não concorda com a decisão, acaba por cometer atos infantis, tais como: falar as intimidades do casal publicamente, formular e declarar vingança à outra parte, agir agressivamente, ter crises de ciúme graves a ponto de prejudicar o outro, dentre outras coisas horríveis.
Vou recorrer ao meu amor maior, Chico Buarque, com suas sábias palavras na música “Atrás da Porta”, para ilustrar um pouco o que quero dizer, sobre esses atos passionais: “Dei pra maldizer o nosso lar/Pra sujar teu nome, te humilhar/E me vingar a qualquer preço/Te adorando pelo avesso/Pra mostrar que ainda sou tua”.
Sabem por que pode acontecer isso???Por que a outra pessoa tem dificuldade em lidar com o fim, a auto-aceitação, o abandono, a solidão e principalmente em aceitar que vai seguir a vida sem a outra pessoa, sem a estrutura ali formada e recomeçar de outra forma o viver.
Sabem aquela velha e sábia idéia, de que temos medo do desconhecido? É justamente isso que pode acontecer em alguns casos, ou seja, a pessoa paralisa a vida, e acaba por cometer esses atos, por medo de ver outras possibilidades na vida. E dentro desse medo de se entregar as novas experiências, vive de passado, se destrói e tenta destruir a vida de quem foi se deu a liberdade de experimentar uma nova vida.
O prazer da pirraça pode ocorrer pelo simples motivo de chamar atenção do (a) parceiro (a), ou talvez por sermos viciados em sofrimento. Achou estranho??? Então, é isso mesmo, o ser humano é um eterno viciado em sofrimento.
Podemos notar o sadismo humano, ao ligar a televisão no horário do almoço e assistir algum programa jornalístico e degustar a melhor refeição do mundo. Mas por outro lado, podemos observar também nos filmes, romances, músicas, que a dor e o sofrer estão presentes em tudo, e isso nos dá um enorme prazer. É como se o ser humano vivesse um estado sado-masoquista, em que precisa balancear a dor e o prazer para saciar-se, é como se isso estivesse dentro de suas necessidades básicas. Que atire a primeira pedra, a pessoas que nunca se apaixonou por algo que gerasse dor. Realmente, meus amigos, um dos lados da dor afetiva é o prazer.
Relacionamento morno, pra não dizer morto, ou melado de mais, é muito chato, sufoca, acaba numa dinâmica de amizade e amigos não trocam intimidade de madrugada e nem satisfazem fetiche de ninguém. Dentro de um relacionamento saudável, tem que ter amor, ódio, tristeza e alegria.
Coleguinhas vou encerrando o texto por aqui, desejando uma boa passagem de ano para todos vocês, com muita farra, amor, união, baladinhas recheadas de música boa e pessoas interessantes e lembrem-se camisinha sempre, pois sexo sem responsabilidade e sabedoria não rola legal e dá ressaca no dia seguinte ou nos próximos anos depois do exame de sangue. Álcool não é desculpa.
FELIZ 2010 PRA TODOS!!!!!
Foi ouvindo a música “Não Vale à Pena”, que vieram várias perguntas à cabeça (na mão que não pode ser), fiquei super intrigada e me perguntei “Porque será que as pessoas ficam seriamente “pirracentas” quando são deixadas?”, “Porque será que é tão difícil aceitar isso, deixar pra lá e ir viver?” e o pior “Por que será que isso é tão prazeroso?”.
Sei que são perguntas de respostas difíceis, não pretendo responde-las, só quero fazer uma reflexão sobre esse assunto, e puxar um gancho para abordar outras ideias sobre relacionamentos, talvez algumas já escritas anteriormente no blog.
Em alguns relacionamentos afetivos, quando uma das partes encerra o relacionamento e a outra não concorda com a decisão, acaba por cometer atos infantis, tais como: falar as intimidades do casal publicamente, formular e declarar vingança à outra parte, agir agressivamente, ter crises de ciúme graves a ponto de prejudicar o outro, dentre outras coisas horríveis.
Vou recorrer ao meu amor maior, Chico Buarque, com suas sábias palavras na música “Atrás da Porta”, para ilustrar um pouco o que quero dizer, sobre esses atos passionais: “Dei pra maldizer o nosso lar/Pra sujar teu nome, te humilhar/E me vingar a qualquer preço/Te adorando pelo avesso/Pra mostrar que ainda sou tua”.
Sabem por que pode acontecer isso???Por que a outra pessoa tem dificuldade em lidar com o fim, a auto-aceitação, o abandono, a solidão e principalmente em aceitar que vai seguir a vida sem a outra pessoa, sem a estrutura ali formada e recomeçar de outra forma o viver.
Sabem aquela velha e sábia idéia, de que temos medo do desconhecido? É justamente isso que pode acontecer em alguns casos, ou seja, a pessoa paralisa a vida, e acaba por cometer esses atos, por medo de ver outras possibilidades na vida. E dentro desse medo de se entregar as novas experiências, vive de passado, se destrói e tenta destruir a vida de quem foi se deu a liberdade de experimentar uma nova vida.
O prazer da pirraça pode ocorrer pelo simples motivo de chamar atenção do (a) parceiro (a), ou talvez por sermos viciados em sofrimento. Achou estranho??? Então, é isso mesmo, o ser humano é um eterno viciado em sofrimento.
Podemos notar o sadismo humano, ao ligar a televisão no horário do almoço e assistir algum programa jornalístico e degustar a melhor refeição do mundo. Mas por outro lado, podemos observar também nos filmes, romances, músicas, que a dor e o sofrer estão presentes em tudo, e isso nos dá um enorme prazer. É como se o ser humano vivesse um estado sado-masoquista, em que precisa balancear a dor e o prazer para saciar-se, é como se isso estivesse dentro de suas necessidades básicas. Que atire a primeira pedra, a pessoas que nunca se apaixonou por algo que gerasse dor. Realmente, meus amigos, um dos lados da dor afetiva é o prazer.
Relacionamento morno, pra não dizer morto, ou melado de mais, é muito chato, sufoca, acaba numa dinâmica de amizade e amigos não trocam intimidade de madrugada e nem satisfazem fetiche de ninguém. Dentro de um relacionamento saudável, tem que ter amor, ódio, tristeza e alegria.
Coleguinhas vou encerrando o texto por aqui, desejando uma boa passagem de ano para todos vocês, com muita farra, amor, união, baladinhas recheadas de música boa e pessoas interessantes e lembrem-se camisinha sempre, pois sexo sem responsabilidade e sabedoria não rola legal e dá ressaca no dia seguinte ou nos próximos anos depois do exame de sangue. Álcool não é desculpa.
FELIZ 2010 PRA TODOS!!!!!


